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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

SONETO






Coração Entregue
(Soneto aos corações desprevenidos)

Por Regis Augusto Domingues

Há no coração sentimentos, pura atração.
Que nem mesmo ele entende.
Desses sem aviso, vem como invasão.
Tomado de amor ele mesmo ardente se acende.

Ah! Quando o amor flecha ao coração.
Até mesmo o mais forte,
Desprovido fica de sua proteção.
Desarmado, entregue à sorte.

Basta insinuante, sua musa aparecer.
Como Vênus, bela e atraente.
Fica ele indefeso, sem nada precaver.

O coração não tem ciladas, parece todo faceiro.
Mas sorrateiro o amor impertinente,
Quando chega sedutor, sempre é certeiro.

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